5 million iPhone 5’s

Decepcionante mesmo:

Apple® today announced it has sold over five million of its new iPhone® 5, just three days after its launch on September 21, and more than 100 million iOS devices have been updated with iOS 6, the world’s most advanced mobile operating system. iPhone 5 is available in the US, Australia, Canada, France, Germany, Hong Kong, Japan, Singapore and the UK, and will be available in 22 more countries on September 28 and more than 100 countries by the end of the year. Demand for iPhone 5 exceeded the initial supply and while the majority of pre-orders have been shipped to customers, many are scheduled to be shipped in October.

Ω

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iOS 6 e a Experiência do Update

Ontem ao atualizar meu iPhone 4 para o iOS 6 (que levou cerca de 1 hora do download de 599mb e instalação), tive a mesma reação que Charles Arthur (colunista do The Guardian) e percebi que ao recuperar o backup feito via iCloud, todos os apps, fotos, ajustes, senhas para e-mail, calendário, wi-fi e, até mesmo, ajustes de alarme foram recuperados.

For existing iPhone owners who have an iCloud account to which they have backed up their phone, there’s a nice welcome that didn’t exist last year. If you activate a new iPhone with that iCloud account, you can set it up with everything — including photos, apps, settings and passwords for email and calendars and Wi-Fi, and even details such as your alarm times.

Everything is as it was on the old one, seamlessly. That’s better than either Android or Windows Phone, the two principal contenders, which will download your apps but leave you to fill in the settings and recreate your alarms and app settings.

O mesmo efeito parece se repetir ao fazer um upgrade para o iPhone 5, fazendo a transição/troca de aparelho muito mais suave e sem a chateação de ter que refazer os pequenos ajustes ao comprar um novo aparelho. John Gruber passou para o iPhone 5 sem qualquer transtorno:

Agreed. I restored my review unit  [iPhone 5] from the iCloud backup of my daily-use iPhone 4S, and within an hour, it was like I was picking up right where I took off. Really nice upgrade experience. (I did have to re-enter my passwords for my IMAP and Twitter accounts, though.)

Até onde eu sei, Android e Windows Phones não fazem essa transição tão bem feita assim, limitando-se a baixar seus apps, enquanto que outros ajustes mais finos deverão ser recriados.

Agora só falta alguém trazer um iPhone 5 para mim. Alguém?

Ω

A ilha deserta da Samsung

Vejam que curioso.

Samsung postou na sua conta no Facebook uma pergunta aos fãs da companhia (?) indagando qual aparelho eletrônico levaria caso estivesse numa ilha deserta. Advinha qual foi o modelo?

I rest my case.

Ω

O Fracasso do iPhone 5

Ainda pensando (enquanto não tenho um em mãos) sobre o novo iPhone 5 e acredito que a Apple tentou a todo custo respeitar a evolução natural do design desde a primeira geração, mesmo refazendo do zero toda a engenharia do iPhone 5. Normalmente as pessoas tendem a rejeitar mudanças muito drásticas, o que me faz acreditar que a Apple não “mudou o time que está ganhando”. A mudança radical do iPhone 5 foi justamente manter a aparência familiar e, agora, clássica do aparelho.

Difícil é acreditar que todos os canais de notícia, blogs de gadget e “entendidos” no twitter estão certos e, assim, fuzilarem a Apple sob acusações de falta de criatividade, inovação versus plágio etc., enquanto a pré-venda do iPhone 5 quebra recordes a todo insante não significar que a Apple acertou em apresentar o que apresentou.

Justamente nesta linha, li um artigo interessante no Curious Rat que compara os posts dos “especialistas” que condenam a falta de criatividade da Apple e a recepção do público que parece ter gostado do que a Apple anunciou. Não é à toa que o pre-orders do iPhone 5 já é o dobro do iPhone 4S:

So, what can be gathered from this? Are these two million people just sheep following the herd? Have they not heard the good word from the saviors on Mount Verge that Apple isn’t innovating anymore because their case designs aren’t shaped differently?

A Apple vendeu em 24 horas 2 milhões de iPhone 5, ainda em pré-venda. Ou seja, sem mesmo o público em geral conhecer o novo iPhone 5, já é um sucesso. Sammy vendeu 10 milhões de Galaxy SIII entre o lançamento em maio e 30 de julho:

It launched in Europe on May 29, but was only brought to the U.S. market in mid-June after major carriers held back on selling what few devices it had due to “manufacturer supply constraints.”

But Samsung averted the crisis and managed to reach its 10 million sales in July target set by Samsung mobile business president J.K. Shin, thanks to strong demand in Europe.

No fim, o iPhone 5 é um fracasso só para os chatos dos blogs especializados. Para o público consumidor, no qual me incluo, o iPhone 5 é uma grata novidade e destinado a ser mais um sucesso.

Ω

Bom Design é Inevitável

Na onda do iPhone 5, algumas pessoas não ficaram satisfeitas com o novo modelo apresentado por Tim Cook. Na verdade, não entendo o que as pessoas esperam da Apple. Elas querem um iPhone que faça o que mais? Que purifique água?

Falando das inovações (ou a falta delas), o design do iPhone 5 é o melhor até agora. Um bom design é inevitável e inexorável. Cada versão é construída usando os acertos da anterior, tornando-se melhor e melhor a cada vez. O que Jonathan Ive fez é um exemplo quase perfeito. O iPhone 5 é o melhor iPhone feito até hoje porque era inevitável que não fosse:

We try to develop products that seem somehow inevitable. That leave you with the sense that that’s the only possible solution that makes sense. Our products are tools and we don’t want design to get in the way. We’re trying to bring simplicity and clarity, we’re trying to order the products.

O grande problema de inovação do iPhone é a própria inovação trazida na 1ª geração em 2007. Lá no começo o iPhone já veio como um produto excelente e, mesmo o iPhone 5 sendo a epítome deste processo, as melhoras são discretas ao ponto de muitos reclamarem que o iPhone não tem uma tela de 5″.

Ω

The Dark Knight Rises, director’s cut?

Esse boato tá correndo a interwebs desde ontem e, apesar de achar improvável (Nolan nunca fez um directors cut), torço muito para isso. Mas quem disse que torcer realmente adianta?

Segundo o site Nuke The Fridge, o blu-ray do filme deverá conter uma versão do filme com a edição do diretor, cheio de cenas deletadas. Como reportado pelo Judão, uma das tais cenas seria a origem do Bane. A tia dos figurinos revelou que a cena existia e que ficaria espantada se não aparecess no filme. Na prática, relamente não apareceu, então, ONDE CARALHOS ESTÁ A CENA?

Num post do site Badass Digest, que parece conectar com o boato do Nuke The Fridge, suspeita que como o Christopher Nolan queria repetir o uso obsceno das câmeras IMAX no Dark Knight Rises, depois do bom resultado em TDK, ele precisou editar o filme para conter no máximo 165 minutos de projeção. Limite este o máximo que um filme deve ter para ser exibido em IMAX sem problemas (a projeção além disso fica inviável por conta da quantidade de rolos de filme que os projetores aguentam. Digo rolos de filme, porque Nolan não filma nada digitalmente).

Se tudo for verdade, até porque a internet é para se confiar, podemos ter uma nova versão de TDKR com mais de 3 horas de duração, o que faz pensar se não teria sido melhor manter o material “supostamente” deletado/editado e ter sido dividdio o filme em duas partes.

No fim, essa versão do diretor me interessa para explicar algumas passagens no filme que parecem que foram dadas. Será que explicam a cretinisse do Blake ter descoberto que Bruce Wayne era o Batman pelo o olhar de órfão dele? Ainda penso nisso e, mano, tomanocupalá.

Ω

The New iPhone is almost here

A Apple acabou de enviar o convite oficial  (9to5 Mac) para o próximo evento da empresa no dia 12 de setemebro. Como se pode ver, o convite é limitado à “It’s Almost Here” em cima do número 12 que, por sua vez, projeta uma sombra ‘para frente’ do número 5.

Imediatamente, todos os sites especializados (iMore, MacMagazine e MacRumors) apontam que esta é uma confirmação para que o próximo smartphone seja chamado de iPhone 5, o que contraria o que venho defendendo, simplesmente pelo fato do tão aguardado aparelho ser de 6ª geração.

Como bom advogado que sou, e atento aos detalhes que recheiam todos os convites da Apple, digo que o novo iPhone não será o chamado de iPhone 5. Ao meu ver, a sombra com o número 5, somado ao “It’s Almost Here”, é uma pista menos óbvia e mais sutil, indicando, na realidade, o número de fileiras de apps que passará a ser cinco. Você deve perguntar por quê, né? Vou explicar as três razões que me fazem acreditar nisso. Antes, vale lembrar que nenhum convite da Apple a informação sobre o evento é óbvio e a sutileza dos detalhes sempre fez diferença.

Vamos as três razões que me fazem ver dessa forma:

  1. A Apple nunca escolheu o nome de aparelho por comoção pública, assim como não adota tecnologia ou feature simplesmente porque o público quer. Veja o exemplo do Blu-ray que jamais foi incorporado à linha de iMacs e Macbooks ou da função cortar/colar que somente apareceu no iOS 3. Por fim, o melhor exemplo é o Novo iPad que, mesmo sendo de 3ª geração, não adotou a alcunha de iPad 3. Apenas o Novo iPad. Vejo a Apple seguindo o mesmo caminho o novo iPhone (imaginem quando a Apple lançar a 10ª versão… será que ela vai chamar de iPhone 10? Portanto, abolir a numeração após o nome iPhone resolve qualquer problema futuro de branding);
  2. A indústria especializada vem reportando a alguns meses que o novo iPhone será o primeiro smartphone da Apple com tela de 4″. Pois bem, o número 5 no convite é uma confirmação disso. E aí, você pergunta, como assim mano? Se a tela é de 4″ porque o 5 no convite? Eu explico. Com a atual tela de 3,5″, são apenas visíveis 4 linhas de Apps (menos o dock que é fixo), assim, com a nova tela de 4″ seria possível mais uma linha de Apps, chegando as 5 linhas. O “It’s Almost Here” é o recado para os fãs de tela grande de está quase “aqui” (no mercado);
  3. Como falei no meu segundo post (já estou caminhando para o 50º. Yeah!), não me parece coerente a Apple chamar a sexta versão do iPhone de 5. Chega a ser óbvio. Mesmo assim, a numeração do iPhone jamais se referiu à geração do modelo. Veja que o primeiro iPhone era apenas de iPhone (e no suporte/documentação interna é chamado de iPhone (1g), hoje em dia), o segundo foi o iPhone 3G , terceiro iPhone 3GS e o quinto como iPhone 4S. Apenas a quarta geração ganhou a numeração correspondente, talvez até por coincidência, se chamando de iPhone 4 (há quem diga que na verdade que a versão CDMA do iPhone 4 e 4S são subgerações do quarta e quinta geração…).

Falado tudo isso, continuo apostando que a Apple vai abandonar as numerações para o próximo smartphone limitando-se a chamá-lo de New iPhone.

p.s.: a única razão que vejo para o nome iPhone 5 é a necessidade dos novo compradores de smartphone precisarem de uma identificação de novo modelo. Talvez a palavra “novo” não seja o suficiente e a necessidade de manter a numeração frente ao nome do smartphone seja necessário. Mas aí, como faz quando a Apple vender a 10ª geração do smartphone? iPhone 10 não me parece bom para o marketing…

They keep on copying…

Como falado na sexta, a ordem é copiar tudo. Podem até trazer tecnologias mais evoluídas, mas o design mesmo tem que ser inovador feito o MacBook Pro/Air.

Chega a ser ridículo o nível de cópia da HP, Samsung, LG…