Mountain Lion: Ultimate Review by John Siracusa

Posso dizer que o nível de ansiedade para ler o review do John Siracusa (o mais completo, diga-se) é o mesmo para usar o novo OS da Maçã.

O review é free para ler na web, mas tem outras versões. Eu geralmente fico no web, normalmente a versão melhor de se ler:

I consider the web version to be the canonical version. It has the best formatting and the most features. I believe that good writing for the web includes a lot of links. A web browser is the best place to inspect and follow those links.

John Siracusa’s Mountain Lion review.

Google alertou Samsung para não copiar a Apple

De acordo com AllThingsD:

In February 2010, Google told Samsung that Samsung’s “P1” and “P3” tablets (Galaxy Tab and Galaxy Tab 10.1) were “too similar” to the iPad and demanded “distinguishable design vis-à-vis the iPad for the P3.”

I rest my case. A Apple também, eu imagino.

O Abismo entre a Apple e Microsoft

Ainda curioso para fazer o update do Mountain Lion, me dei conta dos caminhos que a Apple e a Microsoft seguem. Caminhos totalmente diferentes com filosofias antagônicas.

Vejam bem, o Windows 8, ao contrário do ML, é um update radical, mesmo não oferecendo nenhuma mudança radical, por assim dizer, apesar da Microsoft ter gasto quantidades obscenas de energia, tempo e dinheiro no desenvolvimento do novo W8. A Microsoft está apostando tudo numa estratégia única de OS, desenvolvendo uma plataforma única que suporta desktop e mobile, mas com aquela pegada ultrapassada de grandes e longos períodos de desenolvimento para grande lançamento de OS. Como a Microsoft conseguirá competir com a Apple que adota lançamentos anuais de updates incrementais. Imagina se o Surface, que roda W8, levar esse tempo todo para receber um update… Tenho a sensação que o Windows 8 é o último nesta linhagem.

Por outro lado, a Apple já demonstrou que o caminho a ser seguido é o da integração do Mountain Lion e iOS 6, com OS diferentes que emprestam fundações um do outro. A integração entre os sistemas está apoiado, exclusivamente, no iCloud. Mas é claro que existem diferenças entre o novo gato e o iOS 6 (um é desenvolvido para o uso de teclado e mouse e outro é destinado para aparelhos portáteis touchscreen), porém, claramente transmitem uma experiência unificada. Steve Jobs já tinha feito esta análise na D8: AllThingsD de 2010 sobre como os computadores tradicionais serão cada vez menos usados, deixando o uso massivo para aparelhos portáteis, mas todos integrados:

“When we were an agrarian nation, all cars were trucks, because that’s what you needed on the farm. But as vehicles started to be used in the urban centers, cars got more popular. Innovations like automatic transmission and power steering and things that you didn’t care about in a truck as much started to become paramount in cars. (…) PCs are going to be like trucks. They’re still going to be around, they’re still going to have a lot of value, but they’re going to be used by one out of X people.”

Se tiverem curiosidade, aqui vai a entrevista completa: D8: Steve Jobs Onstage

Mountain Lion

Mais um update, mais um gato. Diria que é um gato atualizado, pois Mountain Lion e Lion são os mesmos felinos em habitats diferentes.

Porém, não diria que OS X Mountain Lion é o mesmo que o OS X Lion. Nem mesmo como apenas um pequeno update.

Em outros tempos, lá no começo dos anos 2000, toda nova atualização do Mac OS X era um lançamento com toda a pompa reservada atualmente para os lançamentos do iPhone e iPad. O novo OS importava em novos ‘features’, melhora na performance, novos Apps nativos e, como todos esperam, um tapa significativo no UI por todo o sistema. Assim como o novo iPhone, as filas se faziam nas Apple Stores.

Mesmo sendo uma extravaganza, os preços eram duros de serem engolidos pelo consumidor casual. OS X Leopard veio custando $129 obamas e a adoção da nova versão demorou para embalar. Agora, assim como fez com o OS X Lion ($ 29 obamas), a Apple entrega o novo gato por apenas $19 obamas e por mais que digam que é um update modesto, pelo preço, vale muito dar o pulo para a próxima versão.

Vale relembrar que o Snow Leopard, embora um grande avanço técnico e em preformance, o sucesso na adoção desta versão se deu com uma nova abordagem da Apple em estabelecer o preço em $29 obamas. A decisão da gigante de Cupertino funcionou e agradou a crítica especializada e consumidores. Snow Leopard começou uma nova era para os OS, principalmente por trazer um esforço de engenharia tão grande por um preço tão módico.

Recentemente veio o Lion que, resumidamente, apresentou alguns incrementos visuais como o Launch Pad e Mission Control pelo mesmo preço de $29 obamas. Diria que a grande mudança foi o modo de distribuição adotada pela Apple. Dessa vez, OS X Lion seria atualizado apenas pelo Mac App Store e o resultado foi uma adoção em massa. De acordo com a Apple, cerca de 40% dos Macs estavam rodando Lion em apenas 9 meses (comparando com o Windows 7 , que levou pouco mais de 2 anos para atingir o mesmo percentual).

Agora, um ano depois, nós temos Mountain Lion e só por $19 obamas. Claramente será um sucesso de adoção. Quanto aos features, falo já assim que eu por as mãos no gato.

D.E.

Não esperem pelo iPhone 5

Chamar a próxima geração de iPhone 5 é, no mínimo, sem sentido:

ImagemNa verdade, não consigo entender como as pessoas não conseguem fazer a seguinte relação: não existem (ou existiram) os modelos iPhone 1, iPhone 2 ou iPhone 3. O único modelo que ganhou nome correspondente à sua geração foi o iPhone 4. Ainda, o atual iPhone 4S é a o tal “iPhone 5”, dado que é a quinta interação do aparelho da Apple.

Por isso, chamar a próxima geração de “iPhone 5” é sem sentido, uma vez que estamos falando da sexta geração do aparelho.

Concordo plenamente com Louie Mantia quando ele diz que o próximo iPhone será simplesmente “iPhone.

I’m guessing, like the third-generation iPad, that the next iPhone will simply be called “iPhone” in marketing and “iPhone (6th generation)” in technical and support documents. (http://goo.gl/7VaU9)

Vem que eu explico

Falar e ser ouvido é um duelo. Na maioria das vezes queremos falar, mas ouvir nem sempre.

Percebi que tenho muito a falar e, dado dificuldade de fazer as pessoas parar mais do que um instante para ouvir, resolvi começar a falar sozinho.

Vou falar de tudo ou qualquer coisa. Se quiser, vem comigo que no caminho eu explico.