Milhares de ‘Nãos’ para cada ‘Sim’

Após assistir o início da campanha institucional ‘Designed by Apple in California‘, rapidamente veio à mente a melhor campanha até hoje ‘Think Different‘ e o melhor de tudo é que ambas marcam o início de um novo capítulo da companhia e vieram em momentos de dificuldade.

A propaganda ‘Think Different‘ foi direcionada à própria Apple. Steve Jobs tinha acabado de assumir uma companhia em frangalhos e à beira da falência e fez de tudo para lembrar a todos os empregados o quão eram especiais. Aquilo serviu para motivar a Apple, lembrar que a companhia era única e que estava na hora de fazer algo diferente. De lá para cá vimos a Apple mudar a história e iniciou um novo capítulo com a criação de sucessos como o iMac, Macbooks (Pro, Air…), iPod, iPhone e iPad e sistemas como o OS X e iOS.

Designed in California‘ deve ser visto sob a mesma luz. A propaganda também é para a Apple e serve para lembrar aos seus empregados que a companhia não faz tudo e qualquer coisa, mas sim poucas coisas com um único objetivo: torná-las perfeitas, desde que sejam perfeitas para nós.

There are a thousand “no’s”

For every “yes.”

We spend a lot of time

On a few great things.

Until every idea we touch

Enhance each life it touches.

Este é o novo capítulo de uma empresa admirável. Vale a pena acompanhar.

Ω

Anúncios

iRadio vai ser lançado pela Apple

Enquanto o mundo todo só fala sobre como será o próximo iPhone, iPad Mini com resolução retina até o unicórnio iWatch, tenho a impressão que a surpresa preparada pela Apple vai se chamar iRadio:

Much has been written about Apple’s plan to launch a Pandora-esque service this year. Now multiple music industry insiders have told The Verge that significant progress has been made in the talks with two of the top labels: Universal and Warner. One of the sources said “iRadio is coming. There’s no doubt about it anymore.” Apple is pushing hard for a summertime launch.

É só esperar para ver.

Ω

Forecast

Forecast:

We’re extremely excited to announce the launch of Forecast, a new global weather service.

About a year ago, we released a little app for the iPhone and iPad called Dark Sky, attempting to do something new and interesting for weather forecasting, a field we think had become pretty stagnant. Approaching 100k sales, it’s been fairly successful; however, we’ve been continually asked for more: international support, longer-term forecasting, an Android app, and so on.

Rather than cram these things into Dark Sky, we decided to do something grander: create our own full-featured weather service from scratch, complete with 7-day forecasts that cover the whole world, beautiful weather visualizations, and a time machine for exploring the weather in the past and far future. You can access it from all of your devices, whether it be your laptop, iPhone, Android phone, or tablet.

Eu já conhecia o Dark Sky, mas não usava por não ter suporte para o clima do Brasil (se não me engano o app é limitado aos EUA, Canada e UK).

A plataforma web deles é absurda e já está otimizado para tablets e smartphones. Vale a pena testar.

Ω

A Apple mudou o mundo em 8 anos

É fascinante a comparação feita pela foto que supostamente capta os fiéis na Praça de São Pedro em 2005 e 2013.

A foto que tem circulado desde ontem foi postada no instagram, na realidade, vem de uma reportagem da NBC News, mostra como a Apple mudou o mundo, e não só o mercado de celulares, com o lançamento do iPhone em 2007. A primeira foto foi tirada em 2005 por Luca Bruno registrando o velório do corpo de João Paulo II e a segunda foi tirada recentemente por Michael Sohn mostrando o Habemus Papam de Jorge Mario Bergoglio (Francisco)

Apesar de não serem registros do mesmo evento (anúncio do novo Papa), a comparação serve para demonstrar a enorme influência da Apple e do iPhone nas nossas vidas.

É claro que em 2005 os celulares já eram lugar comum, mas ainda não eram os potentes computadores pessoais de bolso de hoje em dia e nem tinham câmeras no mesmo nível (ou melhor) do que as point and shoots cyber-shot’s tão comuns de alguns anos atrás.

8 anos depois, a foto tirada na Praça de São Pedro mostra como a revolução iniciada pela Apple em 2007 foi muito mais profunda, mudando vários hábitos, principalmente o de se noticiar um evento. Hoje em dia, qualquer pessoa de posse de um smartphone (não precisa nem ser um iPhone) tem condições de registrar um evento histórico e compartilhar da forma que bem entender, hábito este restrito às empresas de telecomunicação.

Ainda, o uso combinado de redes sociais e de câmeras de alta qualidade encontradas na maioria dos smartphone vendidos hoje em dia permite que qualquer pessoa possa registar um evento e noticiá-lo da forma que achar melhor.

O mais engraçado disso tudo é como o mundo muda drasticamente para algumas coisas, enquanto algumas tradições seculares permanecem as mesmas.

Ω

iPhone 5S em Agosto? iPad 5 em Abril?

Me parece que podemos apostar nestas datas, uma vez que a informação vem de Rene Ritchie, editor-chefe do iMore, que geralmente tem informações quentes de dentro da Apple e tem um bom histórico em rumores se concretizando:

Sources familiar with the plans have told iMore that the iPhone 5S does indeed have the same basic design as the iPhone 5, with a more advanced processor and an improved camera.

Imagino que o iPhone 5S tenha um upgrade de processador e melhor no sensor da camera (12 megapixel?). Será que veremos um upgrade de capacidade com nova opção de 128gb?

Quanto ao iPad 5, esperaria mudança no form factor ficando mais parecido com a linguagem de design do iPad Mini (mais fino, bordas mais finas). De repente vem a versão Retina do iPad mini…

Ω

iPhone? Que nada, era Telepod ou iPad

Alguns dias atrás, num evento no Departamento de Marketing da Universidade do Arizona, Ken Segall (ex-pica grossa de Advertising da Apple) compartilhou detalhes interessantes sobre o brainstorm do smartphone da companhia. Eventualmente a Apple acabou ficando com o iPhone (que já estava até no imaginário dos fãs – não que isso tenha influenciado), mas a companhia considerou outras ideias. O pessoal do 9to5Mac acompanhou o evento e tem maiores detalhes de todos os nomes considerados na época, mas o que me chamou a atenção foram dois nomes:

Telepod

O nome foi considerado pelo ar futurístico que remetia à palavra telefone. Claro que o “pod” da palavra se aproveitava do contexto de sucesso da linha iPod. Parece que este nome fazia sentido por conta do projeto “ipod-phone” do Tony Fadell, projeto este que acabou perdendo para solução de portar o OS X para uma versão móvel chamado iOS do Scott Forstall.

iPad

Este era o nome original para o iPhone por conta do projeto do tablet já em desenvolvimento e talvez fizesse mais sendido chamar o iPhone de iPad, visto que o smartphone da Apple é, na verdade, um pocket-mac e não um simples telefone.

Na realidade, se faz de tudo no iPhone como no iPad, mas no smartphone ainda tem a possibilidade de fazer ligações telefônicas (através do Phone.app) e, certamente, o nome iPhone foi utilizado como parte da “educação” dada a nós pela Apple. Lembrem-se que o iPad como conhecemos foi concebido (projeto) antes do iPhone. Tem até aquela história que o pessoal da Apple não era satisfeito com os celulares da época e resolveram “consertar” este problema.

Bom, na verdade, hoje em dia sabemos que não foi “só” esse descontentamento com as ofertas de celulares da época que levou a Apple a criar o iPhone. Steve Jobs explicou uma vez que percebeu que o mercado ainda não estava pronto para um tablet com um multi-touch screen (os antigos tablet-pc da Microsoft eram desktop miniaturizados para um tablet e não tinham sido pensados para usar com dedo e por um usuário comum, e sim destinados a mercados específicos – como hospitais/médicos).

Jobs, então, imaginou que o iPad funcionaria melhor se fosse portado para um aparelho que fosse mais familiar as pessoas: telefone celular. Com isso, o iPad foi lançado como o iPhone aproveitando o imaginário comum das pessoas e induzindo-as a acreditarem que aquele aparelho era um super telefone e não um pocket-mac que fazia, entre outras milhares de coisas, ligações telefônicas. Como o celular já tinha chegado a um ponto de uso diário e repetido, a pessoas rapidamente aprenderiam a usar o iPhone.

E foi o que aconteceu. Após 3 anos de intervalo, o iPad, ao ser lançado em 2010, causou aquele alvoroço de era apenas um iPhone grande (e, na prática, é isso mesmo, menos o nativo Phone.app). Só que ninguem se deu conta que o público já estava acostumado (ou educado) pela Apple para usar o iPad sem curva de aprendizagem, graça aos iPhone.

Dito isso, é sempre interessante saber um pouco mais das engrenagens da Apple e ver as idéias por trás do gadget que mais revolucionou o mercado na última década. Mais interessante ainda é ver como a Apple acertou em seguir com o nome iPhone.

Ω

Inovação pela Simplicidade

Recentemente tenho lido bastante a CNN para acompanhar o caso Pistorius, mas o que mais me chamou a atenção foi um artigo do ‘caderno’ Business Insider escrito por Steve Kovach em que a Samsung vem inovando mais/melhor que a Apple. Não recomendo a leitura. O artigo é, possivelmente, um dos mais obtusos que li. O autor não tem visão e pouco entende sobre inovação.

De todas as aberrações escritas, vejam como Sr. Kovach não entende que a simplicidade é uma inovação:

Based on all this evidence, Apple feels behind. Take a look at its newest fourth-generation iPad. It has a killer processor and other great hardware features, but the operating system doesn’t take advantage of any of that. The home screen is still just a grid of static icons that launch apps.

Perceberam como o Sr. Kovach ignora solenemente a ideia de simplicidade da Apple? O iOS foi desenvolido para ser um sistema óbvio (não menos complexo) onde qualquer pessoa, com uma curva mínima de aprendizagem, consiga usar.

A simplicidade alcançada pela Apple no home screen do iOS é uma enorme inovação por ter conseguido tornar o computador descomplicado para a maioria das pessoas. Lembro que algumas não se aventuravam a usar um PC/Mac com medo de não saber configurar, instalar ou desinstalar um aplicativo.

Com a simplicidade do iOS, os apps estão ali prontos para serem usados, sem qualquer dificuldade. Surgiu a necessidade de apagar (desinstalar)? Basta tocar o app por alguns instantes e, voilá, apague tocando num ‘x’.

Não é esta simplicidade toda que fazem do iPhone ou iPad extremamente populares?

Ω

The New iPhone is almost here

A Apple acabou de enviar o convite oficial  (9to5 Mac) para o próximo evento da empresa no dia 12 de setemebro. Como se pode ver, o convite é limitado à “It’s Almost Here” em cima do número 12 que, por sua vez, projeta uma sombra ‘para frente’ do número 5.

Imediatamente, todos os sites especializados (iMore, MacMagazine e MacRumors) apontam que esta é uma confirmação para que o próximo smartphone seja chamado de iPhone 5, o que contraria o que venho defendendo, simplesmente pelo fato do tão aguardado aparelho ser de 6ª geração.

Como bom advogado que sou, e atento aos detalhes que recheiam todos os convites da Apple, digo que o novo iPhone não será o chamado de iPhone 5. Ao meu ver, a sombra com o número 5, somado ao “It’s Almost Here”, é uma pista menos óbvia e mais sutil, indicando, na realidade, o número de fileiras de apps que passará a ser cinco. Você deve perguntar por quê, né? Vou explicar as três razões que me fazem acreditar nisso. Antes, vale lembrar que nenhum convite da Apple a informação sobre o evento é óbvio e a sutileza dos detalhes sempre fez diferença.

Vamos as três razões que me fazem ver dessa forma:

  1. A Apple nunca escolheu o nome de aparelho por comoção pública, assim como não adota tecnologia ou feature simplesmente porque o público quer. Veja o exemplo do Blu-ray que jamais foi incorporado à linha de iMacs e Macbooks ou da função cortar/colar que somente apareceu no iOS 3. Por fim, o melhor exemplo é o Novo iPad que, mesmo sendo de 3ª geração, não adotou a alcunha de iPad 3. Apenas o Novo iPad. Vejo a Apple seguindo o mesmo caminho o novo iPhone (imaginem quando a Apple lançar a 10ª versão… será que ela vai chamar de iPhone 10? Portanto, abolir a numeração após o nome iPhone resolve qualquer problema futuro de branding);
  2. A indústria especializada vem reportando a alguns meses que o novo iPhone será o primeiro smartphone da Apple com tela de 4″. Pois bem, o número 5 no convite é uma confirmação disso. E aí, você pergunta, como assim mano? Se a tela é de 4″ porque o 5 no convite? Eu explico. Com a atual tela de 3,5″, são apenas visíveis 4 linhas de Apps (menos o dock que é fixo), assim, com a nova tela de 4″ seria possível mais uma linha de Apps, chegando as 5 linhas. O “It’s Almost Here” é o recado para os fãs de tela grande de está quase “aqui” (no mercado);
  3. Como falei no meu segundo post (já estou caminhando para o 50º. Yeah!), não me parece coerente a Apple chamar a sexta versão do iPhone de 5. Chega a ser óbvio. Mesmo assim, a numeração do iPhone jamais se referiu à geração do modelo. Veja que o primeiro iPhone era apenas de iPhone (e no suporte/documentação interna é chamado de iPhone (1g), hoje em dia), o segundo foi o iPhone 3G , terceiro iPhone 3GS e o quinto como iPhone 4S. Apenas a quarta geração ganhou a numeração correspondente, talvez até por coincidência, se chamando de iPhone 4 (há quem diga que na verdade que a versão CDMA do iPhone 4 e 4S são subgerações do quarta e quinta geração…).

Falado tudo isso, continuo apostando que a Apple vai abandonar as numerações para o próximo smartphone limitando-se a chamá-lo de New iPhone.

p.s.: a única razão que vejo para o nome iPhone 5 é a necessidade dos novo compradores de smartphone precisarem de uma identificação de novo modelo. Talvez a palavra “novo” não seja o suficiente e a necessidade de manter a numeração frente ao nome do smartphone seja necessário. Mas aí, como faz quando a Apple vender a 10ª geração do smartphone? iPhone 10 não me parece bom para o marketing…

Haters são haters, e só isso.

Nas rodas de conversa onde surge o assunto “Apple” e que o iPhone é defendido como o melhor smartphone no mercado, seja por conta do design inovador, da qualidade dos materiais usado no aparelho, a interface, iOS, intuitividade etc., sempre aparece um pateta dizendo que o sucesso do aparelho se dá somente pela força do marketing da Apple. Dizem que a empresa rouba a tecnologia de outras, que copia tudo e que o futuro da empresa está fadada ao fracasso quando o hype passar.

Farei um post sobre o mito de que a Apple é copycat. Aguardem.

Ainda exitem outros quem preferem o ataque dizendo que o recente processo movido em face da Samsung sobre a disputa de violação de patentes do iPhone é sinal de uma empresa que caminha ao fracasso por não apresentar mais inovação. É sério que acreditam nessa baboseira?

Iria explicar o quanto isso é chato e sem fundamento, mas John Gruber já fez:

Another greatest hit from Apple troll bag: Apple is a technology poser that merely dresses up in pretty “marketing” the engineering innovations of other “real” technology companies.

For some, Apple is always doomed. In the old days, because they were too small, dwarfed by Microsoft. Then, a decade ago, it was because the iPod boom would surely prove fleeting and soon go bust. Now, it’s because they’re too big, doomed by their success and the company’s institutional hubris.

Pra mim essa raivinha significa uma coisa: inveja. Khürt Williams acha o mesmo:

What sometimes (often) boils my blood is the way Apple haters attack the company. When the company was struggling they were dismissed as an also-ran whose products were crap that no one would buy. Now that Apple is a success — from seemingly producing better product that people are buying — they are an evil corporation supported by millions of fan boys. I have a word for that. Jealous.

Thermonuclear

O Google já falou que não se sente ameaçada com o veredito favorável para a Apple e que as patentes violadas não tem ligação com core do Android. Então, por que o Nexus (produzido pela Sammy para o Google) foi um dos alvos do processo? Parece que teve cópia sim.

Steve Jobs prometeu que gastaria seu último fôlego (que já acabou) e até o último centavo da Apple para impedir que o Google continuasse copiando as ideias do iOS para Android. Centavos não faltam para a Apple. Diria que, depois da Samsung, o próximo alvo será o Google.

Acho que é questão de tempo. O processo da Apple contra Samsung ainda tem muita lenha para queimar, mas assim que transitar em julgado, não me espantaria com a promessa do Jobs sendo cumprida.

A vitória da Apple não atrapalha a inovação

Já li alguns artigos sobre como a vitória da Apple nos tribunais significa que a inovação ficará estagnada por medo de novos processos de violação de patente. Menos galera, menos.

Não acredito que empresas como Microsoft, RIM, Nokia e Google deixarão de investir em novas idéias para um novo smartphone e nada impedirá o lançamento de  smartphone melhor para ofuscar o iPhone. Como disse Gruber, melhor agora também significará diferente.

(…) Better necessarily implies different. What this verdict should prevent is any of them making phones that are disturbingly similar to Apple’s.

Vitória da inovação

A esta altura, todo mundo já sabe que a Apple venceu a dispusta contra a Samsung sobre violação de patentes. Como já tinha falado algumas vezes, esta disputa não compromete a competição e inovação. Na realidade, entendo que a vitória da Apple é uma grande vitória à todos que esperam ver a fabricante do iPhone continuar inovando.

Caso contrário, como justificar bilhões de dólares em pesquisa e desenvolvimento para trazer produtos inovadores se tem empresas que apenas se dão o trabalho de copiar? Sem contar que acabam vendendo uma experiência pior sob o véu da semelhança.

Ainda bem que a  inovação venceu.

Cadê o iPad Mini (nano, de 7″…)?

Quem acompanha o mundo da Apple, principalmente os blogs especializados, já reparou a quantidade de partes do novo iPhone que apareceu nas últimas semanas, em claro sinal de que estamos cada vez mais próximo do anúncio (e lançamento) da nova geração do JesusPhone. Já vimos as logic boards aqui e aqui, o novo sim card tray e o próprio unibody ou carcassa do aparelho.

Para quem não lembra, dia 12 tem festinha em Cupertino e, possivelmente, a Apple anunciará o novo iPhone (nada de iPhone 5, porra). Eu espero uma nova versão do mamute iTunes, quem sabe uma nova iTunes Store em um app separado, tipo o Mac App Store…

Agora, para quem tinha certeza que a Apple ia anunciar uma versão mais compacta do iPad, não é estranho ninguem ver nenhuma peça do produto (ou protótipo) escapar das fábricas da China? Se a intenção era anunciar algo em setembro, só temos duas opções:

  • A Apple conseguiu manter o segredo e a produção nas fábricas está sendo vigiada pelos Avengers e por isso ninguem ouve falar do iPad mini…

ou

  • Não foi dessa vez que a Apple se convenceu da necessidade de lançar um iPad menor. Como não há produção do aparelho, não tem como ter peça sendo vazada…

 

 

Novo iPhone: últimos rumores

iMore está reportando que a Apple vai abrir pre-order para o novo iPhone no mesmo dia do anúncio e com a respectiva venda já na semana que vem. Se for verdade, logística melhor impossível.

Talvez o mais interessante nem seja o pre-order no mesmo dia do anúncio (ou a venda na semana seguinte), mas a disponibilidade do novo aparelho para o resto do mundo já em Outubro. Será que o Brasil entra? Já temos fábrica da Foxconn funcionando e soltando iPhones 4…